"Tu, camarada, tu, que eu desconhecia por detrás das turbulências, tu, amordaçado, amedrontado, asfixiado, vem, fala conosco"

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Outras propostas


Pela conclusão da obras na Ceilândia, Gama e Planaltina
Sede do DCE em todos os campi
Por uma expansão que garanta estrutura física, pessoal, bolsas e ônibus para os encontros acadêmicos.
Realizar o 1º seminário de avaliação sobre a expansão
Criar condições para que os estudantes dos outros CAMPI possam cursar as disciplinas do Darcy Ribeiro.
Assembléias e CEB's em todos os CAMPI!
*Cursos de extensão gratuitos e pelo fim dos cursos pagos! *Realizar a semana de cultura e arte do DCE! *Ampliação dos espaços dos departamentos,laboratórios, Institutos e faculdades! *Transparência nas finanças do DCE!

Mais propostas

Reforma e ampliação da casa do estudante – hoje são apenas 92 apartamentos, o que não atende a demanda real de estudantes que precisam desse auxilio!
Mais bolsa e mais vagas na CEU! Bolsa permanência sem Contrapartida!
Não ao processo burocratizado!
Por um sistema eficiente de informação sobre a política de Assistência!
Por uma política de assistência estudantil mais humanizada com participação estudantil!
Pela imediata iluminação e plano de segurança!

Pra Expandir a universidade é preciso ter MAIS verbas e não CORTAR verbas.

O Governo Federal acaba de anunciar um grande corte na pasta da educação: 1,28 BILHÃO. Esse corte afeta diretamente o funcionamento cotidiano da universidade. Em 2009, também foi cortado 1 Bilhão da educação. As contas da UnB, ainda nesse primeiro semestre, já estão no vermelho. Vários cursos tiveram suas idas aos encontros nacionais ameaçados por falta de verba. “Não tem mais dinheiro, a demanda supera 240mil e só temos 8” disse uma das decanas quando questionada sobre o problema. Isso demonstra que a verba que a universidade recebe não dá conta das suas necessidades, o que ajuda a explicar o porquê de não termos RU e todos os Campi e de termos cursos em situação precarizada, falta de laboratório, iluminação e segurança precárias nos Campi, defasagem no acervo da biblioteca e no valor das bolsas.

Educação não é mercadoria!

Tratar a educação como mercadoria e não como um direito tem sido a forma como as políticas voltadas para a educação vêm sendo implementadas no Brasil. No caso das Universidades Públicas, essa característica fica evidente quando há o fortalecimento das fundações privadas, ditas de apoio, a existência de um número grande de cursos pagos e a implementação da "expansão" (Reuni) sem nenhum debate com a comunidade universitária e que tem como concepção de universidade apenas um espaço para formar mão-de-obra ao mercado de trabalho não democratizando, de fato, o acesso à Universidade.

Adesivo, divulgue no seu blog, orkut e afins...

terça-feira, 27 de julho de 2010


A história da UnB é marcada pelo protagonismo estudantil na busca pela UnB que nós quere-mos. O ano de 2008 foi mais uma episódio de grandes mobilizações e conquistas. É necessário, mais uma vez, sacudir os muros dessa universidade e mostrar à história, que é possível vencer mais uma vez, pois, novamente, será preciso lutar.
A UnB é uma universidade reconhecida em todo o país por sua excelência em produções ci-entíficas. Entretanto, a falta de verbas, a má gestão de recursos ameaçam nossa excelência!
Nos dia 10 e 11 do mês de agosto nós estudantes, iremos às urnas decidir a nova gestão do DCE. A chapa 3 acredita que é fundamental escolhermos pela mobilização e pelo resgate da his-tória de luta dessa universidade. Devemos escolher por um DCE de luta e que saiba, de fato, quais são os problemas que vivemos, um DCE que aposte nas assembléias e CEBs comos espaços de mobilização. E, principalmente achamos que é fundamental que tenhamos um DCE que seja independente dos governos e da reitoria, um DCE feito por estudante e para o/a estudante, um DCE com a cara da luta da UnB.
Então galera, queremos apresentar esse programa, o programa da UnB que nós queremos, porque não basta esperar pelo amanhã, como já diziam por ai :Quem Sabe Faz a Hora, não es-pera acontecer!
Vem, vamos embora...